MERCADO

MOAC almeja se tornar um dos ativos com maior valor de mercado

Tempo de leitura: 1 minuto

Os desenvolvedores do Mother of All Chains (MOAC) quer desbancar o Ethereum como a segunda moeda com maior valor de mercado do mundo.

A equipe chinesa alcançará esse objetivo solucionando “problemas” comuns do Ethereum, como a escalabilidade e o congestionamento da rede, utilizando o MOAC.

Entre os recursos estão o uso de transações em cadeia cruzada de blockchain e as “microchains”, que aumenta a velocidade das operações.

Em entrevista à revista Forbes, o diretor de desenvolvimento de negócios da MOAC, Ryan Wang, comentou:

“Em um blockchain como o Ethereum, não há diferença entre as transações e isso limita o desempenho do sistema”, disse.

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Ao distinguir as microchains por tipo de transação – transferência de saldo e contratos inteligentes – o MOAC consegue operar de maneira eficiente.

Cada microchain é configurada individualmente para um tipo de operação em módulo de consenso separado oxigenando o funcionamento da rede completa.

Plano antigo do MOAC

De acordo com o white paper do MOAC, ele projeta blockchain escalável e resiliente para suportar transações, acesso a dados, controle de fluxo em uma estrutura em camadas.

Para tornar esta rede única acessível, os desenvolvedores criaram um ecossistema Smart Contract as MicroChain (SAAM) para ajudar a gerar e configurar DApps (Aplicações Descentralizadas, em português) para atender às suas necessidades específicas.

Sobre isso Wang afirma:

“O SAAM produz um ecossistema amigável ao DApp que permite aos desenvolvedores criar o blockchain que melhor se adapta ao seu caso de uso. Isso cria um ecossistema mais saudável e aumenta  desempenho do sistema à medida que mais mineradores se unem”.

Com maior eficiência surge as operações inter-microchains, cadeias cruzadas que fornecem a capacidade de fazer transações através de blockchains – conectando comunidades de redes distintas.

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