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TRON: a rede da web – verdadeiramente – descentralizada

Tempo de leitura: 2 minutos

Uma rede que tem a intenção de se tornar a nova internet descentralizada. Essa é a TRON, plataforma criada pelo chinês Justin Sun.

Baseada em Ethereum, a TRON pretende oferecer um sistema seguro, com escalabilidade e privacidade. Como o Ethereum, a rede aceita outros tokens para que usuários possam movimentá-la.

Apesar disso, a rede terá sua própria moeda: a Tronix (TRX), que atualmente é um token ERC-20 da Ethereum. Essa moeda será migrada para sua rede própria em 31 de maio, conforme informado pelo fundador Justin Sun em abril.

Características

A arquitetura geral do TRON possui três plataformas, sendo uma voltada para as redes sociais, outra para a execução de contratos inteligentes e a última abrigará uma plataforma de armazenamento P2P.

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Consenso da rede

O processo serve para a validação das operações realizadas na rede e será feito através de uma estratégia de três passos.

O primeiro consiste em um sistema baseado protocolo de consenso Kafka, enquanto no passo segundo ocorre um mecanismo distribuído em Raft, outro algoritmo de consenso, melhorando as funções de distribuição e rede, estabelecendo as bases para uma ampla distribuição sem centro lógico.

Já no terceiro e último passo acontece a realização de um mecanismo de consenso entre Proof-of-Stake e Proof-of-Work.

Token

O TRX será usado para pagar pelos conteúdos que os usuários vão consumir na rede TRON. Os tokens vão para a conta dos produtores desses conteúdos, que poderão usá-los para trocar por outras criptomoedas ou pagar por serviços na blockchain do TRON.

Serão emitidos 100 milhões de TRX, sendo que 65,7 milhões estão em circulação atualmente, segundo o CoinMarketCap.

Segundo o criador, Justin Sun, em algum momento pode ocorrer uma queima de moedas, como aconteceu com a Ripple, o que reduzirá a quantidade em circulação e ajudará ajudará a valorizar os tokens TRX.

A intenção da TRON é tornar-se a internet 4.0, mas que centraliza o poder de decisão nas mãos dos usuários, não de plataformas como Spotify, Netflix e YouTube, que se tornarão obsoletas.

Ou seja, ela assegura que os conteúdos vão pertencer aos usuários e não às grandes corporações, eliminando intermediários e deixando o consumo de entretenimento mais barato para seus usuários.

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